quarta-feira, 13 de abril de 2011

sábado, 9 de abril de 2011

DITADURA MILITAR: Anos de Chumbo contados sob a perspectiva dos Agentes da Repressão

Memórias de Um Agente da Repressão
(por Conexão Repórter - SBT)

Os agentes da repressão se autodenominam patriotas que apenas cumpriram ordens, que usaram táticas de guerra para salvar o país do comunismo. Para um outro Brasil são frios torturadores e, muitas vezes, assassinos, que sob o pretexto de combater diferentes visões políticas, lançaram o país em uma barbárie sem precedentes na historia nacional. Quem são eles? O que pensam? Como convivem com atos que cometeram? Não se trata da luta do bem contra o mal. Se trata da história de uma época que ainda está longe de cicatrizar, com suas contradições, heroísmos ingênuos, manipulações, traições e abusos.

31 de março de 1964. O Brasil mergulha no período mais sombrio de sua história. Uma junta militar promove o golpe e todos os brasileiros perdem os seus direitos civis. Entre 1964 e 1985, o Brasil é governado pelos militares. Durante esse período, as instituições democráticas sofrem restrições. As liberdades individuais são limitadas e a imprensa censurada.O Ato institucional nº 5 fecha o Congresso, caça o mandato de políticos e suspende as garantias constitucionais. Por uma década, o AI 5, de dezembro 1968, marca o inicio da fase mais feroz dos 21 anos de ditadura.


Segundo estimativas de ongs e órgãos não oficiais e pesquisadores entre 500 e 700 militares estão na lista de pessoas acusadas da prática de tortura durante o regime militar. As informações são sempre desencontradas. Abrir os arquivos da ditadura e punir ainda é delicado demais para uma nação, onde tentam conviver uma presidente que foi guerrilheira presa e torturada e setores das forças armadas, que ainda conservam rastros, discretos ou não, da máquina que um dia se dedicava a reprimir a qualquer preço.

Durante três meses percorremos o Brasil atrás dos agentes da máquina de repressão. Apesar de todas evidências que incluem relatos detalhados de vítimas, nas conversas informais a imensa maioria nega a imprensa que um dia torturou e a serviço do regime militar. Até descobrirmos em Porto Velho, num Brasil totalmente afastado dos grandes centros, o agente especial da Polícia Federal dos anos de chumbo, que mesmo acusado de cometer atrocidades tem orgulho do que fez. Ele aceita contar o seu lado da história. João Lucena Leal é um homem que conhece como poucos os porões da ditadura. A memória dele mostra-se impecável, mas a saúde está visivelmente abalada, consequência de de um recente ataque do coração. Dificil imaginar que por trás do jeito bonachão, se esconde um agente que segundo suas vítimas, torturava impiedosamente para conseguir as informações que o regime queria. Foram dois dias acompanhando seus passos. Pelo menos quatro horas de conversas gravadas. Momentos tensos, angustiantes e reveladores. Ele é capaz de narrar seus atos como agente da ditadura com coragem, sinceridade e riqueza de detalhes e, minutos depois, mudar a expressão e passar a negar tudo.


João Lucena Leal era o agente Lucena da Policia Federal de Fortaleza, durante a ditadura militar. Frio e implacável era sempre escalado para as missões especiais. Comandava os trabalhos para extrair de presos politicos as informações. Não media esforços ou limites. Orgulha-se do cumprimento rigoroso das missões. Por isso foi escolhido para missões espinhosas como sequestros. Testemunhou e participou diretamente dos momentos mais criticos dessa época. Em Fortaleza, localizamos os que acusam João Lucena Leal de praticar atos impensáveis de tortura. Locais, documentos e depoimentos resgatam dias sombrios.

A definição de tortura nos dicionários é auto-explicativa de um período da história do Brasil. Tortura é a imposição de dor física ou psicológica por crueldade, intimidação, punição, para obtenção de uma confissão, informação ou simplesmente por prazer da pessoa que tortura. A tortura é caracterizada com o fim de obter informação, declaração ou confissão da vítima ou de terceira

Coronel Sebastião Curió também foi um personagem importante da época da ditadura. Foi o militar que comandou as operações no Araguaia. Na época, capitão e depois major do exército, foi homenageado pelo governo militar pela vitória contra a guerrilha comunista, mas seus inimigos o chamam como o carrasco do Araguaia. Um homem capaz de torturar e executar prisioneiros. Nós o localizamos em sua casa em Brasília. No início se nega a dar entrevista. Depois, desoluto, aceita contar o seu lado da história. Mostra orgulhoso condecorações por bravura. E então começa a revelar os segredos do Araguaia. As questões mais incômodas o tiram de seu ponto de equilíbrio.


Brasília, fim de uma tarde de março. Numa casa confortável encontramos com o homem reconhecido como uma das principais faces dos 21 anos do governo militar. Jarbas Gonçalves Passarinho, 91 anos. Durante 29 anos atuou como militar, chegou a tentente coronel e 32 na vida pública. Mostra orgulhosamente as medalhas de quem serviu a todos os governos militares. Na época era considerado um super ministro. Jarbas Passarinho foi signatário do polêmico AI5, símbolo de uma era de repressão. Ele conhece como poucos os anos da ditadura. O milagre brasileiro, o AI 5, a tortura, a guerrilha, a máquina da repressão. Ele não se esquiva de nenhuma dura questão.

Assista à reportagem completa clicando aqui, para a parte 1 e para parte 2.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

A Comuna de Paris (séc. XIX - 1871)

   Em homenagem, mais uma vez, ao meu grande professor, historiador e amigo GUSTAVO PESSOA.
   A Comuna de Paris é considerada por muitos, o primeiro governo operário do mundo (1871). Lendo um pouco sobre o assunto, percebi que foi uma espécie de "ensaio" para a REVOLTA BOLCHEVIQUE de 1917. Para ler um pouco mais sobre esse assunto clique aqui.
   Para inicarmos uma discussão mais aprofundada sobre a Comuna, vamos ver os precedentes neste texto do site de pesquisa: Wikipédia.

"Precedentes
   A população francesa já havia enfrentado, após a Revolução Francesa, uma revolta em Fevereiro de 1848, responsável por destituir o "rei burguês" Luís Filipe d'Orleans, dando fim à Monarquia de Julho e instaurando a Segunda República Francesa.Entretanto, após um golpe de Estado por Luís Bonaparte, conhecido como "O Outro 18 de Brumário", Bonaparte instaura o Segundo Império Francês e se proclama Napoleão III. No governo de Napoleão III a França se envolveu em atritos constantes com a Prússia, relacionados à sucessão espanhola (veja Guerra Franco-Prussiana). Com um telegrama falsificado por Otto Von Bismarck, extremamente ofensivo ao povo francês, Napoleão III declara guerra à Prússia.
   No entanto, o exército prussiano estava mais bem preparado, vencendo facilmente os franceses. O imperador francês é feito prisioneiro em Sedan. Com isso, é proclamada a Terceira República Francesa legitimando um Governo Provisório de Defesa Nacional para o qual Louis Adolphe Thiers é eleito o novo presidente." -x-

A Tomada do Poder pela Comuna
   Desde a Revolução Francesa (1789), formou-se na França o que se chamava de "Guarda Nacional", uma espécie de milícia formada por populares para "vigiar" o governo francês (Luís XVI). Quando Thiers assume o poder do país (Governo Provisório de Defesa Nacional), o governo está muito enfraquecido (em termos de armas), afinal ele teve que entregar a maior parte de seu exército permanente bem como suas armas à Prússia (Alemanha).
   Sendo assim, o único grupo forte era a Guarda Nacional, que na época era formado principalmente pelo operariado francês. A Guarda, vendo a situação de tensão provocada pelo exército alemão, que estava prestes a atacar a qualquer momento, toma de assalto a prefeitura assim o poder de Paris. Como os franceses gostam de tomar não? (Primeiro a Bastilha, agora com a Prefeitura de Versalhes, noossa!)
   O acordo era: o governo deveria manter contato com Paris até 18 de março. Porém, contudo e todavia Thiers manda desarmar a Guarda Nacional numa operação sigilosa durante a madrugada daquele dia. Porém, contudo e todavia, a desarmada não houve, pois a represália ocorreu (inclusiva a população parisiense participou), e aí, caro leitor, Paris tornou-se independente politicamente com a eleição e declaração da Comuna, em 28 de março.
   Num episódio ridículo, a Assembleia de Versalhes (governo do país), assina um acordo de paz com a Alemanha e o Rei assume como Imperador de Versalhes.

Atitudes da Comuna
   Estava formado o caos político: de um lado o Alemão doido e do outro o Povo Parisiense (incluído nesse grupo: operários, artesãos, populares, ...). Qual foi a melhor saída encontrada? Eleições Diretas. E advinha quem ganhou a maioria dos cargos? Num foi que foram os membros da Comuna.
   Aí começou o sonho de qualquer comunista, aqui estão listados algumas medidas tomadas pela Comuna de Paris:

1.O trabalho noturno foi abolido;
2.Oficinas que estavam fechadas foram reabertas para que cooperativas fossem instaladas;
3.Residências vazias foram desapropriadas e ocupadas;
4.Em cada residência oficial foi instalado um comitê para organizar a ocupação de moradias;
5.Todas os descontos em salário foram abolidos;
6.A jornada de trabalho foi reduzida, e chegou-se a propor a jornada de oito horas;
7.Os sindicatos foram legalizados;
8.Instituiu-se a igualdade entre os sexos;
9.Projetou-se a autogestão das fábricas (mas não foi possível implantá-la);
10.O monopólio da lei pelos advogados, o juramento judicial e os honorários foram abolidos;
11.Testamentos, adoções e a contratação de advogados se tornaram gratuitos;
12.O casamento se tornou gratuito e simplificado;
13.A pena de morte foi abolida;
14.O cargo de juiz se tornou eletivo;
15.O calendário revolucionário foi novamente adotado;
16.O Estado e a Igreja foram separados; a Igreja deixou de ser subvencionada pelo Estado e os espólios sem herdeiros passaram a ser confiscados pelo Estado;
17.A educação se tornou gratuita, secular, e compulsória. Escolas noturnas foram criadas e todas as escolas passaram a ser de sexo misto;
18.Imagens santas foram derretidas e sociedades de discussão foram adotadas nas Igrejas;
19.A Igreja de Brea, erguida em memória de um dos homens envolvidos na repressão da Revolução de 1848 foi demolida. O confessionário de Luís XVI e a coluna Vendome também;
20.A Bandeira Vermelha foi adotada como símbolo da Unidade Federal da Humanidade;
21.O internacionalismo foi posto em prática: o fato de ser estrangeiro se tornou irrelevante. Os integrantes da Comuna incluíam belgas, italianos, poloneses, húngaros;
22.Instituiu-se um escritório central de imprensa;
23.Emitiu-se um apelo à Associação Internacional dos Trabalhadores;
24.O serviço militar obrigatório e o exército regular foram abolidos;
25.Todas as finanças foram reorganizadas, incluindo os correios, a assistência pública e os telégrafos;
26.Havia um plano para a rotação de trabalhadores;
27.Considerou-se instituir uma Escola Nacional de Serviço Público, da qual a atual ENA francesa é uma cópia;
28.Os artistas passaram a autogestionar os teatros e editoras;
29.O salário dos professores foi duplicado.

(Fonte: Jornal mostrado abaixo - Versão traduzida)

Decaída
   40 dias depois começou a chamada "Semana Sangrenta". Versalhes e Alemanha se juntaram para derrotar os communards, como eram chamados os membros da Comuna. Aí minha gente não escrevo mais nada só mostro essa imagem que resume bem o que aconteceu:

CONCLUSÃO
    Para aqueles que já viram alguma coisa sobre 1ª Guerra e Revolução Russa, perceberam algumas semelhanças destes 3 fatos. Quem quer dar uma olhada sobre 1ª Guerra e Revolução Russa, assista:

Referências:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Comuna_de_Paris

http://www.espacoacademico.com.br/002/02col_boito.htm

sábado, 1 de janeiro de 2011

O Evangelho de Judas



by Conexão Repórter (SBT)

Ele é o homem mais odiado da história. O apóstolodo que traiu Jesus Cristo. Por séculos, o nome dele foi sinônimo de traição e enganação. Judas Iscariot. Agora, escondido por aproximadamente 2 mil anos, um antigo evangelho emerge das areias do Egito e mostra uma história diferente. Uma história que pode mudar nossas mais profundas crenças. Um documento que desmente a história que Cristo teria sido traído pelas costas. Aqui, o traidor se torna o herói. Além disso, Jesus teria organizado sua própria execução.

Assista à reportagem:




quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A HISTÓRIA DO DINHEIRO

É difícil imaginar um mundo sem dinheiro. Ele existe em todos os países e tem uma história tão antiga quanto os primeiros registros escritos da humanidade. Mas, afinal, o que vem a ser o dinheiro? Ele pode ser muitas coisas: para a maioria das pessoas, são moedas, cédulas, cartões de crédito e fundos na conta bancária. Para muita gente de um passado não tão distante, porém, tratava-se de plumas, pedras, contas e conchas, pois esses eram os objetos considerados de valor. O que caracteriza alguma coisa como dinheiro é o fato de que ela constitui um meio de pagamento reconhecido e aceito por determinada comunidade.

Dinheiro primitivo

Não se sabe exatamente quando começou o uso do dinheiro. Os mais antigos registros escritos sobre ele, da Mesopotâmia, datam de 4.500 anos atrás. Inscrições mesopotâmicas cuneiformes falam de pagamentos feitos com prata medida a peso. Dede aquela época, metais medidos a peso foram usados como dinheiro em muitas partes do mundo, levando à invenção das moedas.

As primeiras moedas

As moedas metálicas surgiram por volta de 2000 a.C., mas, como não existia um padrão e nem eram certificadas, era necessário pesá-las antes das transações e verificar a sua autenticidade. Só por volta do século VII a.C. é que se procedeu à cunhagem das moedas. Foi a partir do dracma de Atenas que se difundiu por todo o mundo a moeda metálica.

A moeda como fonte histórica

A numismática faz uso de diversas áreas do conhecimento para estudar as moedas, buscando identificá-las e situá-las no tempo histórico. Porém na atualidade a moeda se tornou, também, um documento histórico, sendo utilizada como “fonte” de dados para pesquisas, pois uma moeda pode facilmente fornecer dados sobre o povo que a cunhou, como sua forma de governo, língua, religião, forma como comercializavam, situação da economia, e até mesmo grau de sofisticação dos povos – através da análise do método de cunhagem – e por isso a numismática tem um papel cada vez maior no estudo da história dos povos.

Sobre a numismática

Numismática é a ciência que tem por objetivo o estudo das moedas. Desde o Império romano a aristocracia cultivou o interesse de colecionar moedas sem, no entanto, estudá-las. O costume romano compartilhado por imperadores, como Augusto, foi mantido por reis europeus durante a Idade média. A coleção de reis como Luís XIV da França e Maximiliano do Sacro Império possibilitariam o surgimento da numismática durante o Renascimento, graças à vontade dos humanistas em recuperar a cultura greco-romana, e a iniciativa de organizar as coleções reais. Assim a numismática surgiu durante o renascimento e se consolidou como ciência nos séculos seguintes.

Assim temos nomes como o abade Joseph Eckhel que trabalhou na coleção imperial de Viena, capital da Áustria. Temos o colecionador francês Joseph Pellerin, que contribuiu para a coleção real francesa, e temos também um dos nomes mais famosos, Francesco Petrarca, poeta que desenvolveu a numismática na Itália.

O objetivo de Petrarca era conhecer a história de cada povo. Petrarca demonstrou também como a numismática pode se tornar uma paixão contagiosa. Em 1390, coube a ele, indiretamente, a cunhagem de moedas comemorativas pela libertação da cidade de Pádua, pelo visconde Francisco II de Carrara.

Seja pela cultura, pela observância de técnicas ou simplesmente pelo desafio de colecionar, a relação entre cultura e numismática sempre é presente. Mesmo aqueles que colecionam moedas ou cédulas como um simples hobbie, sem se dedicar à pesquisa, adquirem uma boa bagagem de cultura geral.

É veículo de mensagens, arte e, até mesmo, magias e superstições.

A Grande Muralha da China

A partir do mandato de Qin Shiuang (primeiro imperador chinês), por volta de 221 a.C., começa a ser erguida um dos maiores monumentos da história da humanidade, a Grande Muralha da China. Com a função de proteger o Império Chinês de ataques de povos do norte do território (ver mapa na figura a seguir). São poucas as informações sobre a época de dominação da dinastia Chin, mas provavelmente a construção aproveitou restos de construções de governos anteriores e era constituída de grandes blocos de pedra ligados por argamassa feita de barro e pasta de farinha de arroz com cal hidratada e acredita-se que milhares de operários. Com a morte de Shiuang, em 210 a.C., os trabalhos na Muralha foram paralisados por agitações políticas, nessa época ela já tinha 3000 Km, que só veio a se estabilizar no decorrer dos séculos.


Durante a Dinastia Ming (século XV), as obras chegaram ao seu esplendor sendo que a Muralha chegou a ter 7000 Km, mas não impediu as incursões de mongóis, xiambeis e outros povos que ameaçaram o império chinês ao longo de sua história. Por volta do século XVI perdeu a sua função estratégica, e a obra veio a ser abandonada.

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Se um hipotético habitante da Lua resolve-se fazer turismo aqui na Terra, provavelmente começaria a visita pela China. Afinal, fica nesse país a única construção humana que, segundo os pesquisadores, pode ser vista da Lua a olho nu. É a Grande Muralha da China, que atravessa as montanhas chinesas e se estende do Deserto de Gobi, a noroeste, até as elevações próximas do Mar Amarelo, a nordeste.

FUNÇÕES E CARACTERÍSTICAS

Além dos muros de defesa, a Grande Muralha compreende elementos como torres e fortes e além da função defensiva, ela era usada também como via de transporte entre os chineses.

ldados chineses observarem os inimigos que se aproximavam. As sentinelas que estavam posicionados em uma torre usavam bandeiras, sinais de fumaça e fogos para avisar os demais soldados. As torres atingiam até 12 metros de altura. Na base havia aposentos para os soldados, estábulos e depósitos de provisões.

As fortalezas eram uma espécie de base para o exército chinês, cada fortaleza dispunha de uma torre.

Os muros chegavam a quase 8 metros de altura, com uma largura de quase 7 metros na base e 6 metros no topo.

SITUAÇÃO ATUAL DA MURALHA
A Grande Muralha manteve-se em pé durante séculos de incursões estranjeiras no território chinês. Hoje, no entanto, ela está ameaçada pelo descaso das autoridades e pelas obras da civilização moderna.

No século XX, na década de 1980, Deng Xiaoping priorizou a Grande Muralha como símbolo da China, estimulando uma grande campanha de restauração de diversos trechos que, entretanto, foi questionada. A requalificação do monumento para o turismo sem normas para o seu adequado usufruto, aliado à falta de critérios técnicos para a restauração de alguns trechos (como o próximo a Jiayuguan, no Oeste do país, onde foi empregado cimento moderno sobre uma estrutura de pedra argamassada, conduzindo ao desabamento de uma torre de seiscentos e trinta anos), gerou várias críticas por parte de preservacionistas, que estimam que cerca de dois terços do total do monumento estejam em ruínas.
Hoje em dia, a Grande Muralha é uma das 7 maravilhas do mundo.

BIBLIOGRAFIA

*http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Muralha_da_China

*http://pt.wikipedia.org/wiki/Qin_Shihuang

*BARELLA, José Eduardo. Veja, 8 jan. 2003

*APOLINÁRIO, Maria Raquel. Projeto Araribá: história. São Paulo: Moderna, 2004. (6º ano)

*http://comunidade.sol.pt/blogs/omeumundo/default.aspx

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

ENEM 2010

Estamos chegando perto da prova do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) 11/2010, e aqui estão algumas videoaulas de História Geral que vão ajudar:

PRé-HISTóRIA


IDADE ANTIGA

EGITO:


MESOPOTâMIA:


Fenícios, Persas e Hebreus


O MUNDO GREGO:



O MUNDO ROMANO:


IDADE MÉDIA

ALTA IDADE MÉDIA:



BAIXA IDADE MÉDIA:


IDADE MODERNA

RENASCIMENTO CULTURAL, ARTÍSTICO, ... E REFORMAS RELIGIOSAS:



ABSOLUTISMO E MERCANTILISMO:


EXPANSÃO MARÍTIMA EUROPEIA:


SISTEMA COLONIAL:


REVOLUÇÕES BURGUESAS:


REVOLUÇÃO INDUSTRIAL:


IDADE CONTEMPORÂNEA

EUA (DA INDEPENDÊNCIA À FORMAÇÃO DO ATUAL "IMPÉRIO")


A HISPANOAMÉRICA NOS SÉCULOS XIX E XX:


UNIFICAÇÕES TARDIAS (ALEMANHA E ITÁLIA), PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL E REVOLUÇÃO RUSSA:


"ENTREGUERRAS":


SEGUNDA GUERRA MUNDIAL:


NEOCOLONIALISMO E DESCOLONIZAÇÃO:


SÉCULOS XX E XXI: